Pastoral da Pessoa Idosa da Arquidiocese de São Paulo na abertura da CF 2020 na Catedral

Representantes da Pastoral da Pessoa Idosa da Arquidiocese de São Paulo na abertura da Campanha da Fraternidade 2020. Foto: jornal3idade.com.br
Representantes da Pastoral da Pessoa Idosa da Arquidiocese de São Paulo na abertura da Campanha da Fraternidade 2020. Foto: jornal3idade.com.br

Representantes da Pastoral da Pessoa Idosa da Arquidiocese de São Paulo estiveram na missa de abertura da Campanha da Fraternidade 2020, na quarta-feira de cinzas, dia 26 de fevereiro, quando delegações de outras pastorais também levaram mensagens das suas missões.

A CF- Campanha da Fraternidade é realizada anualmente pela CNBB- Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, desde 1964. A cada cinco anos é promovida de forma ecumênica, em conjunto com outras denominações cristãs. Seu objetivo é despertar a solidariedade dos seus fiéis e da sociedade em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução. A cada ano é escolhido um tema, que define a realidade concreta a ser transformada, e um lema, que explicita em que direção se busca a transformação.

O tema da CF de 2020 é “Fraternidade e vida: dom e compromisso” e o lema “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” (Lc 10, 33-34).“Fraternidade e vida: dom e compromisso” e o lema “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” (Lc 10, 33-34). 

O trecho, extraído da Parábola do Bom Samaritano, encoraja, a partir de Jesus Cristo, a servir com espírito de humanidade, cuidado e amor para com o próximo, sementes de fraternidade.

Uma das representações de “bom samaritano dos nossos tempos” é a Santa Dulce dos Pobres, o Anjo Bom da Bahia. Por isso, sua imagem é apresentada em perspectiva de destaque no cartaz da CF. Na ilustração, as pessoas que a cercam simbolizam uma população vulnerável, que clama por vida em plenitude. É possível perceber também a pluralidade que engloba diferentes faixas etárias, etnias e outras particularidades típicas de uma população multicultural, em um país com dimensões continentais como o Brasil.

O cenário escolhido para a composição do desenho foi o bairro do Pelourinho, localizado na capital do estado da Bahia, Salvador, berço de nascimento de Santa Dulce, representação de um Brasil de tantos lugares e culturas. As pessoas estão na rua, área comum de encontro e convívio, mas também onde se vivenciam dores e angústias.

Na arte, como explica o texto-base, foi aplicada a técnica de mosaico. Nela, cada peça desempenha um importante papel para a formação completa do desenho.“De modo mais evidente, a composição expressa a viva unidade na diversidade de dons e serviços que nos animam a construir uma sociedade mais sensível e comprometida com as necessidades de nossos irmãos e irmãs e de todo o planeta”, aponta o texto-base.

Na ilustração do cartaz da CF 2020 aparece a Santa Dulce dos Pobres, o Anjo Bom da Bahia, cercada de uma população vulnerável, que clama por vida em plenitude. É possível perceber também a pluralidade que engloba diferentes faixas etárias, etnias e outras particularidades típicas de uma população multicultural, em um país com dimensões continentais como o Brasil.