Antes de Adélia Borges só homens receberam o título Doutor Honoris Causa da UNESP

A UNESP, em 45 anos da sua história, só tinha concedido antes, de Adélia Borges, a sua mais alta honraria, para 16 homens, muito especiais:

Adolfo Perez Esquivel, argentino, ativista de direitos humanos e Prêmio Nobel da Paz (1995);

Paulo Affonso Leme Machado, advogado ambiental (1996);

Milton Almeida dos Santos, geógrafo (1997);

Roberto Rodrigues, engenheiro agrônomo (1998);

Otto Richard Gottlieb, químico (2000);

Celso Furtado, economista (2001);

Antonio Candido, crítico literário (2005);

Odelar Leite Linhares, matemático (2005);

Orlando Villas Bôas, indigenista, (2005);

David Jonathan Gross, norte-americano, prêmio Nobel de Física, (2006);

Ozires Silva, engenheiro aeronáutico, (2009);

 Idibal de Almeida Pivetta, dramaturgo (2010);

Edward Witten, norte-americano, matemático (2011);

Riccardo d’Agostino, italiano, químico (2012);

Plínio de Arruda Sampaio, advogado e ativista político (2015)

Ignácio de Loyola Brandão, escritor (2021)