Morre o jornalista Dermi Azevedo, fundador do Movimento Nacional de Direitos Humanos

Dermi Azevedo. Foto: reprodução OAB/RN
Dermi Azevedo. Foto: reprodução OAB/RN

É com tristeza que o Jornal da 3ª Idade registra o falecimento do jornalista Dermi Azevedo, aos 72 anos, ocorrido hoje, 1º de setembro, em São Paulo, cidade que viveu por mais de quatro décadas.

Conhecido como referência na luta pelos Direitos Humanos, ele foi o último presidente da da Seção São Paulo, da ANG- Associação Nacional de Gerontologia, no começo dos anos 2000.

Por mais de uma década se dedicou às questões do envelhecimento e aos direitos dos idosos. Foi uma das pessoas que ajudou na concretização da 1ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, em 2006, quando também foi delegado por São Paulo. Ele estava na reunião  que convenceu o então Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva a abrir o evento. 

Ele era natural do Rio Grande do Norte, do município de Jardim do Seridó e foi criado em Currais Novos, cidade que adotou como sua. 

Dermi, como os mais próximos o chamavam, teve uma longa e marcante trajetória na política e no jornalismo. Junto com Leonardo Boff foi um dos fundadores do Movimento Nacional de Direitos Humanos.

Nós últimos anos estava afastado do movimento dos idosos. Ele era portador de Parkinson. Foi casado com a Pedagoga Darcy Andozia Azevedo, mãe dos seus filhos Carlos Alexandre, Daniel, Estevão e Joana Angélica. Atualmente estava casado com Elis Regina Almeida Azevedo.