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Na data universal de celebração dos direitos das mulheres, o 8 de março, precisamos destacar o que já vem sendo motivo de estudo de especialistas, mas que ainda está longe de corresponder aos direitos adquiridos: a feminização da velhice.
Segundo os dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE (PNAD Contínua) atualizados com base no Censo 2022, existe um processo acelerado de envelhecimento do país. O número de mulheres com 60 anos e mais aponta para necessidades distintas deste segmento da população.
Segundo o Censo do IBGE de 2022, as mulheres representavam pouco mais de 51,1% da população e os homens 48,9%. Há quatro anos, as mulheres idosas eram 18,5% da população total de mulheres no Brasil.
Em São Paulo, na estatística de 2022, os números eram próximos aos dados do país. Na geral do Estado de São Paulo em 2022, que era de 44.411.238 pessoas, as mulheres eram 23.014.862 (aproximadamente 51,8% da população). Os homens eram 21.396.376 (aproximadamente 48,2%). As mulheres idosas, com 60 anos e mais, eram 4.551.964, aproximadamente 10,2% da população total do estado.

