
Depois de quase uma semana recebendo reclamações de entidades e gerontólogos , o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou ontem, 2/11, o “parâmetro 60 anos ou mais de idade”, complementando as estatísticas já divulgadas anteriormente.
De acordo com o Censo Demográfico 2022 (segunda apuração), a população de pessoas idosas residentes no Brasil era de 32.113.490 habitantes, representando um acréscimo de 56,0% em relação aos recenseados em 2010. Dessa população total, 17.887.737 (55,7%) eram mulheres e 14.225.753 (44,3%) eram homens.
Considerando o crescimento populacional dos diversos grupos etários a partir dos 60 anos, o grupo mais populoso é de 60 a 64 anos, e o de maior crescimento relativo foi o de 65-69 anos.
Em 2022, os Estados mais jovens, ou seja, com a maior proporção de pessoas com até 14 anos, eram Roraima (29,2%), Amazonas (27,3%) e Amapá (27,0%). São também esses Estados que apresentam os menores percentuais de pessoas idosas de 60 anos ou mais de idade.
As maiores proporções de pessoas idosas foram registradas no Rio Grande do Sul (20,2%), no Rio de Janeiro (18,8%,) e em Minas Gerais (17,8%).
O conjunto de municípios menos populosos, com até 5 mil habitantes, é onde se encontra uma proporção de 107 pessoas idosas para cada 100 habitantes. A segunda maior proporção do envelhecimento está nas cidades mais populosas, aquelas com mais de 500 mil habitantes, com 92 pessoas idosas.

