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Para combater a violência contra a pessoa idosa a sociedade precisa dedicar respeito aos seus cidadãos mais velhos e isso não pode ser feito somente com discursos. Envelhecimento com qualidade de vida precisa de bom atendimento de saúde, de cuidados aos mais vulneráveis, de cumprimento às políticas públicas já existentes. Para tudo isso é preciso financiamento público e ele tem que estar claro no orçamento da cidade de São Paulo.
Essa foi a principal mensagem colocada pelos conselheiros do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa e representantes de movimentos sociais que atuam com idosos ao chefe de gabinete da Secretaria, Roberto. Foi ele que recebeu uma comissão, ao final da 15ª Caminhada Contra a violência a Pessoa Idosa, no dia 15 de junho.
No encontro ficou acertado que até o dia 30 de junho será chamada uma nova reunião, através do CMI-SP. Os manifestantes querem saber quais são as verbas que existem no orçamento da cidade para as pessoas idosas e porque alguns programas estão sendo desativados. Também foi cobrada uma posição oficial da Prefeitura sobre o caso das ILPIs do bairro da Lapa, na Zona Oeste da cidade.
A 15ª Caminhada
Como aconteceu nos últimos anos, a passeata fez um pequeno trajeto pelas ruas do Centro histórico da capital, em São Paulo, liderada por sua idealizadora, Olga Quiroga, coordenadora do GARMIC – Grupo de Articulação para Moradia do Idoso na Capital. Dezenas de entidades e movimentos estiveram representados.
Por incrível que pareça, durante o pequeno trajeto da caminhada, previamente autorizado pela CET, os idosos foram desrespeitados ao verem policiais militares liberando o trânsito quando faltavam menos de 300 metros para a finalização. Cadeirantes e idosos com dificuldade de andar rápido ficaram expostos.
Veja as fotos da Caminhada










